Incrições pelo link: https://forms.gle/WKkg2CZNMrCkPPnU9

 

O IPSIN – Instituto de Psicanálise do Nordeste – conta com cinco Núcleos dedicados à investigação na clínica com crianças, todos inscritos na rede CEREDA-Brasil.

A Rede CEREDA – Centro de Estudos e Pesquisa sobre a Criança no Discurso Analítico – promove uma intensa atividade de pesquisa junto a diversos núcleos na América e na Europa. Dedicada à infância no Campo Freudiano, propõe a cada dois anos um tema de trabalho comum, que enlaça os núcleos ao mesmo tempo em que os particulariza, a partir das questões extraídas por cada grupo.

Núcleos do IPSIN:

  • PASTORIL – Recife/PE
    Coordenação: Eliane Baptista e Rosa Feitosa
  • UNI DUNI TÊ – João Pessoa/PB
    Coordenação: Sandra Conrado e Isadora D’Andrea
  • UNI DUNI TÊ – Campina Grande/PB
    Coordenação: Cristina Maia
  • TELENGO TENGO – Natal/RN
    Coordenação: Juliana Ribeiro e Ana Aparecida Rocha
  • COCO DE RODA (em formação) – Alagoas/AL
    Coordenação: Susane Zanotti e Viviane Nunes

Sabemos que crianças e adolescentes também enfrentam momentos de sofrimento, angústia e, por vezes, o surgimento de sintomas. O encontro com um psicanalista oferece um espaço para sustentar a singularidade, respeitando as palavras da criança – ou mesmo aquilo que antecede a palavra – favorecendo invenções que possibilitem lidar com o insuportável. Esse é o campo do sintoma analítico.

A clínica orientada pela psicanálise nos convoca a formular perguntas e a sustentar inquietações. Os núcleos da CEREDA constituem espaços privilegiados para acolher as questões vivas da prática e extrair delas uma elaboração que enriqueça nossa escuta.

Tema da pesquisa em 2025:

Sonhos e fantasmas na criança” – uma investigação iniciada em 2023, a partir da convocação de Daniel Roy na introdução à 8ª Jornada do Instituto Psicanalítico da Criança do Campo Freudiano, que ocorrerá em março de 2025.

Se em 2024 a temática do sonho e do pesadelo foi marcante, em 2025 será aprofundado o eixo do fantasma. Algumas questões norteiam nosso trabalho:

“Como surge a vida de fantasia da criança? Que função pode ter a construção do fantasma para uma criança? Os componentes de um fantasma já estariam em ação na infância? E se sim, como identificá-los? Como o analista se posiciona frente a isso[1]?”

Trabalhamos com textos e casos clínicos, atentos às sutilezas que emergem da demanda de análise da criança ou do adolescente, seu consentimento com o inconsciente, e a articulação com a questão do fantasma e da fantasia.

Além disso, o tema do XII ENAPOL, “Falar com a criança”, que ocorrerá em setembro em Belo Horizonte, será um ponto de articulação na pesquisa:

Como o falasser da criança é marcado pelos significantes do Outro? Como ela pode ou não falar sobre isso, diante do furo no real?

Contato: institutopsicanalise.ne@gmail.com

Seja bem-vindo, se desejar participar!


[1] https://jie8.institut-enfant.fr/category/axes/fantasmes/